UNITA - ANGOLA
Fonte :
KUP
Analistas Despertar reprovam cerca sanitária imposta a Luanda
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“A Importância ou não da cerca sanitária em Luanda” foi o tema do Debate da manhã deste sábado, 22 de Agosto de 2020, na Rádio Despertar, em que os convidados consideraram não continuarem válidas as razões que estiveram na base da criação da cerca sanitária à Província de Luanda.

Agostinho Sikato realça que “O objectivo principal da cerca sanitária era exactamente evitar a propagação da doença para as restantes províncias”.

Para o Politólogo, “Hoje, grande parte das províncias do País, também já se encontram sob circulação comunitária, não tem sentido absolutamente nenhum termos a cerca sanitária de Luanda”.

O Professor Universitário, Manuel Correia, que também considera não fazer sentido a manutenção da Província de Luanda sob cerca sanitária, defende que se estabeleça no país, aquilo a que chamou de “O Novo Normal”.

“O novo normal, como? A vida voltar ao normal. Considerar a pandemia, portanto, da COVID-19, como uma doença como a Malária. E, tomar esta doença, da pandemia, a Malária e outras doenças, tomar isso muito seriamente”.

“Tomar muito seriamente a Covid, a Malária, a Tuberculose, a SIDA, e outras doenças”, prosseguiu.

O Docente sugere que os 148 milhões de Kwanzas disponibilizado pelo Ministério da Cultura, Turismo e Ambiente para a composição do Hino dos 45 anos da Independência, contribuíssem para a preparação das Instituições Escolares.

“Os 148 milhões podiam contribuir contribuir para a preparação das condições para a reabertura das condições das escolas, e a vida voltar ao normal”, continuou a defender o docente.

E, o Economista Sapalo António, entende que do ponto de vista matemático, o Covid não deve preocupar Angola, deve preocupar, sim as outras doenças, porque estão a matar mais gente, e muitas pessoas afectadas por outras doenças, aí sim, e não o Covid”.

“Nós temos que nos preocupar com outras doenças que estão a preocupar mais doentes, mas também não podemos minimizar Covid”, disse, concluindo, também ele não haver razão de Luanda continuar sob cerca sanitária.

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Sabado, 26 de Setembro de 2020