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Fonte : KUP
Em Angola, “Alunos da primária estudam sentados no Chão”
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O Movimento de Estudantes Angolanos-MEA mostra-se descontente pelas péssimas condições em que estão as escolas públicas do país.

Francisco Teixeira Presidente do MEA após o processo de inserção de mais de duas mil crianças que estiveram excluídos do sistema de ensino por alegada falta de salas de aulas e carteiras para corresponder às necessidades, declara que o Governo terá incluído as crianças que estavam fora do sistema oficial de ensino devido aos protestos que o movimento terá levantado a nível do país.

O Movimento de Estudantes Angolanos (MEA), notificou na altura o Ministério da Educação no sentido de se resolver a questão da precariedade nas escolas públicas onde tudo falta, e o ministério da educação ficou de responder ao pedido do movimento no prazo de dois meses prazo que termina agora em Setembro.

A falta de tudo nas escolas públicas incluindo carteiras etc, leva o Movimento dos Estudantes Angolanos (MEA) mais uma vez a intervir, com um protesto que organizará manifestações de rua contra a falta de material nas escolas se o Governo não responder o pedido da organização até o dia 24 do mês em curso.

As escolas públicas estão numa situação de abandono, disse o Francisco Teixeira Presidente do MEA.

Solicitamos à direção do movimento para apurarmos o resultado das exigências feitas pela organização, e Francisco Teixeira disse que até ao momento não se está a responder a altura o problema, pelo que se não houver uma resposta imediata antes do prazo previsto, o Movimento de Estudantes Angolanos levará o assunto para as ruas para todos poderem protestar contra a falta de políticas viáveis para o sistema de ensino no Angola.
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Sabado, 20 de Outubro de 2018