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Presidente Eduardo dos Santos é indecoroso e muito mentiroso! – Por Raul Diniz
Corrupção continua a ser um problema em Angola -- economista Alves da Rocha
Cafunfo:Polícia continua a efectuar prisões embora tenha libertado alguns dos detidos
LIMA defende maior participação das mulheres na tomada de decisões
Declaração do Comitê Nacional da LIMA por ocasião da Fundação da Liga da Mulher Angolana
Dos Santos "Um Bom Patriota" ? - Por Carlos Kandanda
Opiniões
Crónica dos assassinatos politicos selectivos em Luanda
De repente o nome de Cacuaco passou a ser pronunciado mais vezes nos munjimbus das pessoas em Luanda e não apenas. Os motivos não tiveram nada a ver com as praias que o município mais a norte ostenta, muito menos com o peixe de que o municipio é famosa fonte, nem foram as salinas que no passado deram o ar da sua graça. Desta vez tornaram famoso o Cacuaco e o bairro Paraíso, os bárbaros assassinatos de três agentes da polícia na madrugada de 1 de Junho de 2013.
O Regime de JES merece uma desobediência civil generalizada
Tenho a sensação que o regime pouco se importa que o país um dia venha a ser mergulhado numa nova guerra sangrenta e se calhar ainda mais sangrenta do que as anteriores
O combate a pobreza! - Por Isomar Pedro Gomes
Será que a estratégia utilizada pelo executivo é realmente eficaz na redução da pobreza em Angola, principalmente nos grandes aglomerados urbanos? Tais como;- ‘produção’ de mercados na periferia, ofertas de kits profissionais etc…
PGR, a verdade da mentira , ou a tragédia da verdade ? - Fernando Vumby
Duas fantasias criadas para encobrir juridicamente as mentiras , os roubos , os assassinatos , as demolições e os raptos praticados pelo regime , num país onde os personagens vivos se calam por medo , e deixam que os factos falem por eles
Entrevistas
Porque continua o MPLA na Internacional Socialista?
O analista Fernando Heitor não entende por que motivo o partido no poder em Angola ainda é aceite pela prestigiada organização, “que se pauta por princípios democráticos” e “pelo respeito pelos direitos humanos”
Abílio Kamalata Numa: ‘Vi o Dr. Savimbi a cair’
O antigo secretário-geral da UNITA, Abílio Kamalata Numa, agora deputado à Assembleia Nacional por este partido, já foi um dos mais respeitados e temidos operacionais das Forças Armadas de Libertação de Angola (FALA), o antigo braço armado de Jonas Savimbi
"Soube da morte do meu pai, um dia depois dos acordos de Paz" diz Isaías Dembo
O filho do antigo vice-presidente da UNITA, António Dembo, desvenda alguns segredos de como terá sido morto o seu pai. Sabemos que não é hábito recordar as ilustres figuras que se destacaram no panorama político-militar da UNITA a não ser de seu lider
David Mendes exige responsabilização da IURD pelas mortes do fim de ano
Em causa está a cerimónia do "Dia do Fim", promovida pela Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), estima-se que 250 mil pessoas se reuniram no estádio, que no entanto tem capacidade para apenas 70 mil
Todas entrevistas
18/06/2013
17:11
Fonte :
Unitaangola
Declaração do Comitê Nacional da LIMA por ocasião da Fundação da Liga da Mulher Angolana
UNIÃO NACIONAL PARA A INDEPENDÊNCIA TOTAL DE ANGOLA
U N I T A
SECRETARIDO GERAL DO PARTIDO
LIGA DA MULHER ANGOLANA
L I M A
SECRETARIADO NACIONAL
Declaração do Comitê Nacional da LIMA
Por ocasião da Fundação da Liga da Mulher Angolana
A LIMA (Liga da Mulher Angolana Fundada a 18 de Junho de 1972 no Kutaho, Massivi, Província do Moxico e ractificada pelo III Congresso do Partido em 1972, é uma organização feminina que congrega toda a mulher Angolana membro e simpatizante da UNITA. Prossegue fins políticos e sócio culturais, econômicos e filantrópicos.
A resistência contra a dominação colonial portuguesa conheceu várias etapas e também revestiu-se de várias formas de luta. Nesta resistência heróica cabe-nos destacar que em todos os momentos a Mulher Angolana esteve sempre presente.
Durante a longa noite colonial a situação da mulher é percebida sob um ângulo de subalternidade em relação ao homem na maior parte das sociedades cabia ao homem o direito à decisão, à palavra, ao conhecimento, condições nele reunidas que lhe garantiram a sua vocação “natural” ao poder e á sua suposta superioridade em relação à Mulher porquanto tal vocação porporcionava-lhe disponibilidade para se dedicar a uma série de actividades consideradas superiores.
Esta situação de dominação e subalternização explica a razão da criação da Liga da Mulher Angolana, Organização que permite á mulher participar de forma activa e consciente na luta de Libertação Nacional, condição da sua própria valorização, liberdade, dignificação e construir uma sociedade verdadeiramente justa e igual para todos. Neste longo percurso importa enaltecer e destacar as heroínas da LIMA que se bateram com galhardia demostrando que as mulheres são capazes de assumir tarefas de responsabilidade tal qual os homens destacamos:
Eunice Sapassa, Vinona, Laurinda Chissako, Isalina Kawina, Augusta Sakuanda, Salomé Epólua Chinhama, Julia Mukumbi, Maria Deolinda Junia “Namukumbi”, Catarina Ululy, Donita Ngambo Thingui “Nassengunda” Julia Saliya e outtras.
No que concerne à participação da mulher na luta clandestina para o derrube do colonialismo Português, destacamos nomes como: Amélia Edite Epalanga, Delfina Nenê Chipeio, Tita Malaquias, Vitória Chipongue, Cecília Moreira, Maria Nakamela Constança Kulanda, Piedade Nassimba, Chimbili Guilhermina Mandele Chitekulo, Feia da Costa, Maria Rogério Kalungulungo, Maria Etossi Chinhama, Natália Kussia.
Muitas mulheres conheceram as masmorras da PIDE –DGS indo para as cadeias de S. Nicolau, Benteaba Missombo como:
Violeta Chinguji, Maria Alimo, Celestina Jamba.
Outras destacaram-se como grandes activistas e mobilizadoras como: Judite Bandua que se notabilizou na área da educação introduzindo métodos modernos de ensino da Lingua Francesa nas áreas libertadas da UNITA. Conceição Vunge, Madalena Kapamba vítimas do conflito pós eleitoral de 1992 em Luanda. Outras ainda vítimas da intolerância política:
Maria da Conceição em Luanda na Petrangol, Paulina Chinossole no Huambo, e tantas heroínas anônimas que contribuíram para o engrandecimento da História da LIMA. A todas elas tendemos uma homenagem merecida.
Ao celebrar os 41 anos da existência da LIMA sob o Lema:
“Mulheres Unidas em defesa da Democrácia e dos Direitos Humanos em Angola”, Inclinamo-nos perante a memória do Saudoso Presidente Dr. Jonas Malheiro Savimbi que dizia citamos: Mulheres do nosso País ! A vossa emancipação nao deve ser uma dádiva dos homens mas sim a vossa conquista nas fileiras do combate”.
A LIMA através de implementação dos seus programas subscreve os objectivos de Desenvolvimento do Milênio.
A LIMA constata com preocupação que o desenvolvimento econômico de Angola não reflecte o desenvolvimento Humano.
Os programas do Executivo de combate a fome e à pobreza não se reflectem no dia a dia do cidadão angolano, pois a maioria vive com um rendimento de apenas 1 dólar por dia.
A situação econômica e social das Mulheres Angolanas tradus-se na pobreza extrema, baixos rendimentos, desemprego, falta de habitação condigna, falta de água potável e energia, a maioria das mulheres dedica-se ao mercado informal sem regras nem segurança física pois são vitimas das investidas dos agentes da ordem e dos fiscais dos governos provinciais.
O VIH/SIDA, as doenças sexualmente transmissíveis, a malária e a tuberculose victimam muitas mulheres e crianças.
O acesso aos serviços de saúde é deficiente.
Não há educação de qualidade para as crianças e muitas delas estão fora do sistema de ensino.
Não obstante os 11 anos de Paz Angola continua a registar factos que se traduzem na violação flagranre dos Direitos Humanos caracterizados por uma crescente onda de violência, raptos, desaparecimentos como é o caso de Isaias Kassule e Alves Kamulingui, assassinatos como os recentes casos de dirigentes da UNITA no Cacuaco, Paraíso, António Zola Kamuco e Filipe Chakussanga, bem como os 3 policias, e a Jovem bancária Barbara Nogueira e tantos outros.
A LIMA apela ao Governo no sentido de garantir a paz, a estabilidade, a segurança e o respeito pelas vidas Humanas.
A LIMA Saúda o Presidente da UNITA Isaías Henrique Ngola Samakuva pela maneira sábia e clarividente como tem conduzido o Partido demonstrando ao mundo que só com a UNITA Angola e os Angolanos terão Paz Prosperidade e Desenvolvimento.
LIMA PATRIA
LIMA UNIDADE
O Comité Nacional da LIMA
UNIÃO NACIONAL PARA A INDEPENDÊNCIA TOTAL DE ANGOLA U N I T A SECRETARIDO GERAL DO PARTIDO LIGA DA MULHER ANGOLANA L I M A SECRETARIADO NACIONAL Declaração do Comitê Nacional da LIMA Por ocasião da Fundação da Liga da Mulher Angolana A LIMA (Liga da Mulher Angolana Fundada a 18 de Junho de 1972 no Kutaho, Massivi, Província do Moxico e ractificada pelo III Congresso do Partido em 1972, é uma organização feminina que congrega toda a mulher Angolana membro e simpatizante da UNITA. Prossegue fins políticos e sócio culturais, econômicos e filantrópicos. A resistência contra a dominação colonial portuguesa conheceu várias etapas e também revestiu-se de várias formas de luta. Nesta resistência heróica cabe-nos destacar que em todos os momentos a Mulher Angolana esteve sempre presente. Durante a longa noite colonial a situação da mulher é percebida sob um ângulo de subalternidade em relação ao homem na maior parte das sociedades cabia ao homem o direito à decisão, à palavra, ao conhecimento, condições nele reunidas que lhe garantiram a sua vocação “natural” ao poder e á sua suposta superioridade em relação à Mulher porquanto tal vocação porporcionava-lhe disponibilidade para se dedicar a uma série de actividades consideradas superiores. Esta situação de dominação e subalternização explica a razão da criação da Liga da Mulher Angolana, Organização que permite á mulher participar de forma activa e consciente na luta de Libertação Nacional, condição da sua própria valorização, liberdade, dignificação e construir uma sociedade verdadeiramente justa e igual para todos. Neste longo percurso importa enaltecer e destacar as heroínas da LIMA que se bateram com galhardia demostrando que as mulheres são capazes de assumir tarefas de responsabilidade tal qual os homens destacamos: Eunice Sapassa, Vinona, Laurinda Chissako, Isalina Kawina, Augusta Sakuanda, Salomé Epólua Chinhama, Julia Mukumbi, Maria Deolinda Junia “Namukumbi”, Catarina Ululy, Donita Ngambo Thingui “Nassengunda” Julia Saliya e outtras. No que concerne à participação da mulher na luta clandestina para o derrube do colonialismo Português, destacamos nomes como: Amélia Edite Epalanga, Delfina Nenê Chipeio, Tita Malaquias, Vitória Chipongue, Cecília Moreira, Maria Nakamela Constança Kulanda, Piedade Nassimba, Chimbili Guilhermina Mandele Chitekulo, Feia da Costa, Maria Rogério Kalungulungo, Maria Etossi Chinhama, Natália Kussia. Muitas mulheres conheceram as masmorras da PIDE –DGS indo para as cadeias de S. Nicolau, Benteaba Missombo como: Violeta Chinguji, Maria Alimo, Celestina Jamba. Outras destacaram-se como grandes activistas e mobilizadoras como: Judite Bandua que se notabilizou na área da educação introduzindo métodos modernos de ensino da Lingua Francesa nas áreas libertadas da UNITA. Conceição Vunge, Madalena Kapamba vítimas do conflito pós eleitoral de 1992 em Luanda. Outras ainda vítimas da intolerância política: Maria da Conceição em Luanda na Petrangol, Paulina Chinossole no Huambo, e tantas heroínas anônimas que contribuíram para o engrandecimento da História da LIMA. A todas elas tendemos uma homenagem merecida. Ao celebrar os 41 anos da existência da LIMA sob o Lema: “Mulheres Unidas em defesa da Democrácia e dos Direitos Humanos em Angola”, Inclinamo-nos perante a memória do Saudoso Presidente Dr. Jonas Malheiro Savimbi que dizia citamos: Mulheres do nosso País ! A vossa emancipação nao deve ser uma dádiva dos homens mas sim a vossa conquista nas fileiras do combate”. A LIMA através de implementação dos seus programas subscreve os objectivos de Desenvolvimento do Milênio. A LIMA constata com preocupação que o desenvolvimento econômico de Angola não reflecte o desenvolvimento Humano. Os programas do Executivo de combate a fome e à pobreza não se reflectem no dia a dia do cidadão angolano, pois a maioria vive com um rendimento de apenas 1 dólar por dia. A situação econômica e social das Mulheres Angolanas tradus-se na pobreza extrema, baixos rendimentos, desemprego, falta de habitação condigna, falta de água potável e energia, a maioria das mulheres dedica-se ao mercado informal sem regras nem segurança física pois são vitimas das investidas dos agentes da ordem e dos fiscais dos governos provinciais. O VIH/SIDA, as doenças sexualmente transmissíveis, a malária e a tuberculose victimam muitas mulheres e crianças. O acesso aos serviços de saúde é deficiente. Não há educação de qualidade para as crianças e muitas delas estão fora do sistema de ensino. Não obstante os 11 anos de Paz Angola continua a registar factos que se traduzem na violação flagranre dos Direitos Humanos caracterizados por uma crescente onda de violência, raptos, desaparecimentos como é o caso de Isaias Kassule e Alves Kamulingui, assassinatos como os recentes casos de dirigentes da UNITA no Cacuaco, Paraíso, António Zola Kamuco e Filipe Chakussanga, bem como os 3 policias, e a Jovem bancária Barbara Nogueira e tantos outros. A LIMA apela ao Governo no sentido de garantir a paz, a estabilidade, a segurança e o respeito pelas vidas Humanas. A LIMA Saúda o Presidente da UNITA Isaías Henrique Ngola Samakuva pela maneira sábia e clarividente como tem conduzido o Partido demonstrando ao mundo que só com a UNITA Angola e os Angolanos terão Paz Prosperidade e Desenvolvimento. LIMA PATRIA LIMA UNIDADE O Comité Nacional da LIMA
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