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27 anos depois dos Acordos de Bicesse o desafio da reinserção social mantém-se
Mátires Corrêa Victor “Kavula Ndunge”, um dos sobreviventes da delegação negocial da UNITA que participou da árdua tarefa de trazer a paz entre os angolanos, falou aos presentes sobre os meandros que nortearam o caminho da paz e recordou com um misto de nostalgia e tristeza os passos que seguiram aos Acordos de Bicesse e às eleições de Setembro de 1992, nomeadamente o assassinato, em Luanda, dos dirigentes e negociadores da UNITA.
22/06/2018
PR preocupado com sob-redimensionamento da mão-de-obra da TAAG
João Lourenço discursava no Palácio Presidencial, em Luanda, após dar posse a Ricardo Viegas de Abreu como novo ministro dos Transportes, que sucede a Augusto Tomás, exonerado na quarta-feira pelo Presidente angolano.



"Sabemos que a empresa está sobredimensionada em termos de mão-de-obra. Procure encontrar uma solução de equilíbrio que defenda os interesses do Estado, mas que defenda também os interesses dos trabalhadores, porque afinal são chefes de família", exortou o chefe de Estado angolano, admitindo que a situação da companhia estatal "preocupa".



"Agradeço que preste muita atenção às grandes empresas públicas do setor, à forma como são geridas e à qualidade dos serviços que prestam à população, com destaque para a companhia de bandeira, a TAAG", disse ainda.



O presidente do conselho de administração da TAAG, José Kuvingua, anunciou em janeiro que a sua direção vai "ajustar o excessivo número de trabalhadores" com as "reais necessidades", para garantir o funcionamento da operadora estatal.



"Primeira coisa será o reenquadramento do pessoal de acordo com as reais necessidades, portanto poderá correr transferências internas e também o cancelamento dos enquadramentos ou recrutamentos sem propósitos justificados", disse José Kuvingua.



Ricardo Viegas de Abreu era até agora secretário para os Assuntos Económicos do Presidente da República.



A exoneração de Augusto Tomás, antigo ministro da Economia e Finanças de Angola e na tutela dos Transportes desde a presidência de José Eduardo dos Santos, surge cerca de duas semanas depois da polémica em torno da anunciada parceria público-privada para a constituição de uma companhia aérea.



Contudo, já este mês, o Presidente angolano anunciava que a parceria não iria avançar, sem adiantar mais pormenores: "Não vai adiante, não vai sair, não vai acontecer, por se tratar de uma companhia fictícia".



Em maio último foi anunciado, em Luanda, a constituição do consórcio público-privado para lançar a Air Connection Express, que pretendia garantir voos domésticos em Angola e que juntava, além da companhia de bandeira TAAG, a Airjet, Air26, Diexim, Mavewa, Air Guicango, Bestfly e a SJL, algumas destas com relações a membros do Governo angolano.



A construtora canadiana Bombardier chegou mesmo a anunciar a 06 de maio que iria fornecer, por 198 milhões de dólares (165 milhões de euros), seis aviões Q400 para a Air Connection Express, conforme contrato assinado em Luanda, na presença do então ministro dos Transportes Augusto Tomás.



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Em destaque
Ricardo de Abreu novo ministro dos Transportes Líderes Juvenis da Província de Luanda acusam Imogestin de falta de transparência na venda das habitações
20/06/2018
12/06/2018
 O Presidente da República anunciou esta terça-feira, a exoneração de Augusto da Silva Tomás do cargo de Ministro dos Transportes. Realizou-se no último sábado o quarto encontro de Auscultação do Governador provincial com a juventude da Província de Luanda.
BNA envia correspondência a Ministro que não existe Secretária do Embaixador recusa regressar ao país
 O BNA através do seu director departamento de Estatística, Sebastião Kivampolo Tuma, enviou recentemente uma correspondência ao Ministério da Administração Pública Emprego e Segurança Social sobre relatório da balança de pagamentos e posição do investimento internacional de 2016. Dilma Katiuska Pires Esteves, recentemente exonerada (despacho 190/2018 que o Club-K teve acesso) do cargo de Secretária do gabinete do embaixador, em Lisboa manifestou indisponibilidade de regressar ao país a pretexto de que sempre viveu em Portugal onde tem a família.
Angolanos limitados a mil euros mensais de apoio a familiares no estrangeiro
Violação dos Direitos Humanos atingiu o nível da banalização
 As famílias angolanas com dependentes no exterior do país vão passar a estar limitadas, a partir de 01 de Julho, ao envio de até 1.000 euros, em divisas, de ajuda familiar, determinou o Banco Nacional de Angola (BNA). Classificou Sexta-feira, 15 de Junho de 2018, o membro do Observatório de Coesão Social e Justiça – OBCS, Nzola Bambi, quando falava ao Programa “Angola Fala Só”, considerando que a actual situação dos direitos humanos no país atingiu contornos alarmantes, justificando o aumento da impunidade.
Psicólogo clínico sugere debates sobre bullying nas escolas Ex- Director da DNIC levanta acusações de envenenamento
As escolas devem realizar fóruns de discussão sobre o bullying envolvendo a comunidade, pais, encarregados de educação e outras entidades, sugeriu esta quarta-feira, 20, em Luanda, o psicólogo clínico Fernando Kawendimba. José Ambrósio Eduardo Sambo, quadro sênior da Policia Nacional moveu influencia junto do Serviço de Investigação Criminal (SIC) para a interdição do advogado Teodoro Bastos de Almeida, a quem ele o associa na versão de um suposto envenenamento contra sua filha, Carla Beatriz Gomes Sambo, recentemente falecida, na sequência de uma intervenção cirúrgica, em Luanda.
Eco do Partido Campo do militante
Líder da UNITA garante fim da discriminação no GIP Batalha do Kuito Kuanavale: O Estratega e a Estratégia que ninguém apaga – Kamalata Numa
O Presidente da UNITA, Isaías Samakuva, trabalhou esta quarta-feira 26 de Julho de 2017, na capital do Bengo, Caxito, tendo discursado para as populações locais. Com a invasão das tropas cubanas em primeiro lugar e posteriormente das forças do Exército sul africano a Angola, aniquilava-se o Acordo de Alvor assinado por Portugal e pelos Movimentos de Libertação de então (a FNLA, o MPLA e a UNITA).
Intolerância
Palavra do Presidente
Isaías Samakuva valoriza educação das Crianças no seio Familiar
O Presidente da UNITA instou os pais e encarregados de educação a não desprezar a educação das crianças no seio familiar.

Falando este domingo em Menongue, a capital do Kuando Kubango, por ocasião do aniversário da Liga da Mulher Angolana, organização feminina da UNITA, que se assinala a 18 de Junho, Isaías Samakuva defendeu que os ensinamentos transmitidos à criança no seio familiar constituem uma base sólida de conhecimentos para a vida.

De acordo com o líder da UNITA, o futuro da sociedade passa pelo fortalecimento das famílias, por via de cuidados que devem ser prestados às mulheres e uma educação adequada às crianças.

Referindo-se à desestruturação das famílias, um problema que grassa a sociedade angolana, Isaías Samakuva diz não acreditar que as causas estejam relacionadas com a guerra que já terminou há 16 anos. O líder da UNITA atribui as causas da desestruturação da sociedade aos meios de comunicação social, prinicipalmente a Televisão, que transmite ccontéudos “alheios e estranhos à cultura e tradição angolanas”.

Ao governo angolano, Isaías Samakuva apelou a adopção de políticas públicas que tenham uma “influência positiva sobre a educação e dignificação das crianças angolanas e da sociedade no seu todo”.
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grupo parlamentar - actividade
A Verdade sobre a batalha do Kuito Kuanavale
É hoje um facto indesmentível que partimos mal como Estado independente em 1975. É costume dizer-se que errar é humano, mas persistir no erro torna-se perigoso sobretudo quando se trata da gestão da coisa pública e particularmente quando se trata de gerir um país com uma estrutura sócio-cultural complexa na sua constituição como é o caso dos países africanos.
Por Paulo Lukamba Gato

Quer queiramos admiti-lo como não, o nosso país vive hoje uma época histórica que devia ser melhor aproveitada para um exercício introspectivo honesto, profundo e inclusivo com vista a podermos identificar com precisão o que de facto está mal e dar-se um novo rumo ao nosso país, que como disse antes arrancou mal há 43 anos e os efeitos são por todos visíveis nos dias de hoje.

Há, portanto, que ter coragem para identificar esse mal e extirpa-lo definitivamente.

Ao preparar a minha intervenção fui pesquisar para encontrar a melhor definição possível de tolerância. Encontrei uma que acho que se adequa bem ao nosso caso. É da autoria de um político francês da história contemporânea que dizia e eu cito: ‘’a tolerância consiste na capacidade que os homens têm de relativizar o absoluto’’. Citei François Mitterrand.

O nosso país não se vai erguer com base na velha teoria do “único e legítimo representante do povo angolano”. Essa teoria já foi denunciada e desqualificada desde 1991, mas ainda resiste na mente de muitos de nós.

Quando trazemos hoje e para esta casa, o debate sobre um episódio da nossa guerra civil, uma guerra fratricida, estamos a querer enaltecer um efeito ou uma consequência do que chamei um arranque falhado da nossa República em 1975. É preciso, portanto rectificar e não enaltecer esse facto.

Afinal o que foi o Kuito Kuanavale?

O Kuito Kuanavale foi tão somente o palco da última grande batalha da nossa guerra civil fratricida em que cada uma das partes beligerantes alinhou os seus aliados para sustentar o seu ponto de vista.

Kuito Kuanavale foi o ponto de partida para ofender o território da Jamba e por esse facto se tornou simultaneamente a linha defensiva mais avançada para a defesa da Jamba.

Tenho dito que do ponto de vista filosófico, a Guerra não é um confronto militar entre exércitos. Ela é sim, um confronto entre “ideias força” sobre um projecto de sociedade. No caso de Angola havia um projecto articulado com base no sistema de partido único e do outro uma democracia multipartidária.

Felizmente e na sequência dessa famosa batalha estamos aqui hoje tentando implementar e aprofundar o sistema democrático. Considero por isso, que se vencedor houve, esse vencedor foi só o povo angolano que conseguiu conquistar ao preço de enormes sacrifícios um sistema democrático.

Dado o contexto internacional em que decorreu, a solução do nosso conflito foi igualmente objecto de tratamento global no quadro dos conflitos regionais no âmbito da guerra fria. Por essa razão o seu desfecho, potenciado pelo desmoronamento do império soviético, teve sérias e positivas repercussões na África do Sul e Namíbia.

O ambiente de distinção política criada com a queda do muro de Berlim e a não tomada da Jamba facilitou sobremaneira as negociações quadripartidas que culminaram com um Acordo Global, no quadro da política do engajamento construtivo, caro a Chester Chocker, então Sub-Secretário de Estado para os assuntos africanos. Esse acordo global determinou a retirada dos aliados estrangeiros de um lado e de outro da barricada; A independência da Namíbia, o fim do apartheid e as negociações directas entre os beligerantes angolanos, isto é, o governo e a UNITA.

Para refrescar a nossa memória colectiva relembro um facto histórico ilustrativo do que acabo de dizer:

No dia 13 de Dezembro de 1990, teve lugar no Departamento de Estado, uma reunião penta partida (US, URSS, Portugal, MPLA e UNITA). Lopo do Nascimento dirigiu a delegação do MPLA e Jeremias Chitunda a delegação da UNITA. As partes discutiram e assinaram um documento intitulado, “Conceitos para Resolver questões Pendentes entre o GRP de Angola e a UNITA”.

Na essência, este documento incluía:

a) o reconhecimento da UNITA como organização politica com direitos;

b) o compromisso do MPLA com o pluralismo;

c) aceitação da realização de eleições;

d) observação internacional do cessar fogo;

e) formação de um exercito nacional na base da paridade.

Mais do que este papel o Kuito Kuanavale não teve nem produziu outro resultado. Transforma-lo num lugar de peregrinação é deturpar a história e inverter valores. Eu tenho a certeza de que nem os sul africanos e nem o povo da Namíbia pensam assim. Senão não precisaríamos de organizar expedições a Kuito Kuanavale eles próprios seriam os promotores da ‘’batalha que os libertou.”

Acho que em nome da paz e da reconciliação que duramente conquistamos, devíamos sim promover símbolos que promovem a unidade Nacional na nossa diversidade. Devíamos lutar sempre para encontrarmos os mais amplos consensos em matérias de interesse Nacional.

Agindo assim, a nossa geração teria cumprindo com o seu papel histórico, a saber:

Dar um rumo diferente ao país nesta nova era histórica em que me parece haver intenção de alterar o paradigma da gestão da coisa pública.

Nota: Intervenção do General Paulo Lukamba Gato no Parlamento.
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L.i.m.a - actividades
Menongue acolhe acto de massa alusiva ao aniversário da LIMA
A cidade de Menongue tornou-se nos últimos dias a capital da Liga da Mulher Angolana (LIMA), que realiza de 14 a 16 a 3ª reunião ordinária do seu Comité Nacional, órgão deliberativo da organização feminina da UNITA, sob lema “Munidas e coesas rumo as Autarquias”.

Nesta altura, a capital das Terras do Mwene Vunongue que acolhem desde ontem o Presidente da UNITA, que se juntou ao grosso de membros cúpula que se deslocaram àquela cidade para prestar o seu calor ao braço feminino do Galo Negro, preparam-se para o acto de massas de encerramento dos trabalhos da LIMA e festa alusiva ao 46º aniversário da sua fundação.

De recordar que o Presidente da UNITA convidado, especialmente para prestigiar o acto central das comemorações de mais um aniversário da Liga da Mulher Angolana, está desde sexta-feira na cidade de Menongue. Foi recebido, no aeroporto Comandante Kwenha por uma multidão de militantes que escoltaram em marcha apeada a comitiva do líder até a sede da UNITA, na cidade.
Após a sua chegada, o Presidente da UNITA teve uma audiência com os membros do Executivo de Pedro Mutindi, tendo na ocasião trocado pontos de vista sobre diversos aspectos da vida quotidiana das populações.
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Segunda-feira, 25 de Junho de 2018