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Presidente Samakuva na final do Quadrangular 3 de Agosto no Sumbe
O Líder da UNITA, Dr. Isaías Samakuva trabalha no Kwanza Sul, desde ontem, domingo 12 de Agosto de 2018.
20/10/2018
É importante recuperar sentimento e amor pela Política da Juventude
A afirmação é do Coordenador da Plataforma Juvenil para Cidadania, Walter Ferreira, que falava em exclusivo a KUP, a margem da abertura da campanha eleitoral do Secretário-geral Cessante da JURA, esta terça-feira, 16 de Outubro de 2018, no Hotel Mucinga Nzambi, no Município de Viana, em que considerou ter no país uma juventude que se encontra na extrema pobreza.

“Primeiro, eu penso que é importante recuperarmos o sentimento e o amor pela política da juventude. Temos uma juventude que está muito desmotivada. Essa juventude não está só nos partidos políticos”, afirmou.

“Temos uma juventude que se encontra na extrema pobreza, e é importante que se recupere, por um lado, o amor à política, porque é a política que, efectivamente traça o rumo dos desafios das sociedades, e eu penso que para cada contexto surge novos actores”.

O académico aconselha os jovens dos diferentes extractos do nosso país a encontrar soluções convergentes, para se resolver os grandes problemas que o país atravessa, que vão desde o emprego ao empreendedorismo.

“Temos uma geração de mais velhos nos partidos políticos, na sociedade, na academia, que está a deixar um testemunho. E, nós os jovens dos partidos políticos, da sociedade civil, do espaço de cultura precisamos efectivamente de encontrar soluções convergentes, para que possamos resolver os grandes problemas que o nosso país atravessa: do emprego, da habitação, do lazer, do empreendedorismo”.

“Mas, é uma etapa, é um novo contexto. Vamos esperar que, efectivamente os jovens dos partidos políticos, dos jovens na sociedade civil consigam dar um sinal diferente daquilo que foi a passagem dos nossos mais velhos”, defendeu.

De acordo com Walter Ferreira, para isso era necessário distinguirmos dois desafios: o momento da política partidária, e o momento da cidadania. Penso que os jovens devem participar mais. Devem se envolver mais no espaço público, devem interagir mais. E, precisamos de jovens mais ousados, mais corajosos. Só a coragem é que traz mudanças, só a coragem é que traz reformas. As reformas são reformas para o país, para as questões sociais, económicas, culturais para o bem da nação.

A Plataforma Juvenil para a Cidadania é um Movimento Social alternativo ao diálogo das organizações político-partidárias, que discute os objectivos mais congregadores e uma política mais inclusiva.

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Orçamento de 2019 prevê redução do peso da Dívida. Representante Juvenil defende grandes reformas em prol dos Jovens
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Manuais devem ser elaborados com base na realidade do País
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PGR anuncia detenção de Augusto Tomás pelo SIC Em Angola, “Alunos da primária estudam sentados no Chão”
O antigo ministro dos Transportes de Angola Augusto Tomás encontra-se detido desde hoje em Luanda, por suposto envolvimento no desvio de fundos do Conselho Nacional de Carregadores, disse à Lusa fonte da Procuradoria-Geral da República.
O Movimento de Estudantes Angolanos-MEA mostra-se descontente pelas péssimas condições em que estão as escolas públicas do país.
Eco do Partido Campo do militante
Líder da UNITA garante fim da discriminação no GIP JURA espaço de formação Política e Cívica
O Presidente da UNITA, Isaías Samakuva, trabalhou esta quarta-feira 26 de Julho de 2017, na capital do Bengo, Caxito, tendo discursado para as populações locais. “A JURA deve ser um importante espaço de formação política e cívica”, diz Hamilton Chivas, ao pronunciar-se sobre a organização juvenil da UNITA que se prepara para realizar o seu IV Congresso.
Intolerância
Palavra do Presidente
“Há tendência de apagar vestígios da UNITA na Jamba”, denuncia Isaías Samakuva
O Presidente da UNITA, Isaías Samakuva afirma haver uma tendência [da parte de quem governa Angola] de destruir o passado da UNITA na Jamba.

Falando em entrevista a Rádio Despertar, momentos depois de ter falado para as populações que o receberam e visitado os escombros em que se transformaram a residência e gabinete do Presidente Fundador da UNITA, Dr. Jonas Malheiro Savimbi, Isaías Samakuva ressalta ser notória a vontade de destruir todos os vestígios do que foi a Jamba no passado.

“É notória, aqui a vontade de destruir tudo, há de facto esta tendência de se procurar destruir tudo, que deixe vestígios daquilo que foi a Jamba no passado”, afirma o líder da UNITA, chamando a atenção dos governantes do MPLA a ter em consideração de que a existência da Jamba é expressão intolerância e da incapacidade dos angolanos conviverem.

Isaías Samakuva recorda que os habitantes da Jamba resistiram para continuar a viver e lamenta que as autoridades políticas angolanas não tenham essa realidade em conta para alicerçar o espírito de reconciliação nacional.

O líder da UNITA revela ter recebido pessoas residentes na Jamba, relatos sobre perseguições, actos de exclusão e privação de direitos contra pessoas que não sejam simpáticas com o partido no poder a pessoas.

“Se o passado já nos deixou lições tão amargas como aquelas, que afinal estiveram por de trás da fundação da Jamba, aqueles que estão aqui deviam trabalhar para um processo verdadeiro de reconciliação nacional, de tal forma que não houvesse perseguições que nós ouvimos. Aqui, ainda há perseguições grandes, há mesmo a possibilidade de uma pessoa ficar sem água, porque não é do partido que governa. Há possibilidade da pessoa ser perseguida, ser torturada só porque não aderiu ao partido que esta no poder. É incrível nos dias de hoje”, revela.

De acordo com o líder da UNITA, os representantes do MPLA naquela zona de Angola estão a viver no passado, estão deslocados da actualidade do país, ainda exaltam o Eng. José Eduardo dos Santos que deixou de ser presidente da República, há um ano.

“É o que vimos no Rivungo: as placas que existem nas ruas ainda é a falar de um Presidente que já não é Presidente da República há um ano. E, é ele que está ainda presente nas mentes dos governantes, é ele que se exalta. Portanto, isso também explica parte da situação que se vive aqui”, prosseguiu Isaías Samakuva.

Quanto à sua visita ao antigo bastião da UNITA, Isaías Samakuva afirma ter cumprido um dever de repondera aos apelos e pedidos das populações residentes na Jamba e de transmitir às populações uma mensagem de esperança de uma Angola melhor.

“Eu penso que isso foi muito importante, não só respondemos assim aos pedidos que nos faziam para chegarmos aqui, mas também porque as pessoas entenderam que, afinal para além desse território, há não só homens de boa vontade, mas também a esperança de uma Angola melhor”, reconheceu.

O líder da UNITA sublinha as dificuldades que marcaram o percurso de Menongue a Jamba, destacando que serviu para constatar a realidade do país que é Angola.
“Foi uma viagem difícil, passamos por várias aldeias, de pessoas que praticamente vivem à sua sorte, não têm praticamente nada, além das suas culturas. E chegamos, então, à Jamba, onde encontramos de facto muito calor humano”.

Finalmente, o Presidente Samakuva destaca a sua crença no resgate dos valores que a Jamba representa para os angolanos, através de pessoas que nasceram e viveram naquele espaço geográfico e que preservam a memória do que foi a Jamba nas suas próprias vidas.

“Os factos são teimosos, a verdade há-de se saber. A memória das pessoas está ainda viva, aquilo que a Jamba produziu está permanentemente nas mentes de uma grande parte dos angolanos que por aqui passaram”, diz Isaías Samakuva.
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grupo parlamentar - actividade
Tribunal Supremo arquiva processo a favor de Trabalhadores
Um grupo de Deputados da UNITA visitou muito recentemente os trabalhadores da ENDIAMA na zona diamantífera de Kafunfu, Município do Kuango, na Lunda Norte, despedidos em 1992, que acusam o Tribunal Supremo de arquivar o seu processo de indeminização.

A sentença foi proferida em 2004, na sala de trabalho do tribunal de Luanda, a favor dos trabalhadores, tal como divulgou a Rádio Despertar.

Os ex-trabalhadores da ENDIAMA aproveitaram a ocasião para expor o seu problema aos defensores do povo na casa das Leis.

“O Tribunal Supremo não está a fazer a justiça ao manter o processo pendente desde Dezembro de 2011, tornando-se o processo desses trabalhadores num comércio de gestões de ENDIAMA, em detrimento de cerca de 5 mil trabalhadores, ante a passividade de quem de direito”.

Os antigos funcionários acusam ainda o Tribunal Suprema de proteger a elite da empresa, em detrimento de mais de 5 mil trabalhadores, que clamam pelo cumprimento da sentença do Tribunal de Luanda.

“Angola está hoje transformada num estado sem regras, onde conter um destes que gozam prerrogativas e estatutos de angolanos, podem fazer os filhos dela o que bem lhe vier a tona porque se sentem protegidos pela nomenclatura”.

O Assessor Político do Grupo Parlamentar da UNITA, Figueiredo Mateus, deu a conhecer que “O grande propósito foi atender a um grito dos trabalhadores da ENDIAMA abandonados, alguns dos quais despedidos sem indeminização, a altura da declaração, se é que foi feita. Da falência da empresa ficaram a deriva acima de 5 mil trabalhadores, que têm famílias. É fácil fazer as contas. 5 mil trabalhadores, se cada trabalhador tiver no seu agregado três membros, a conta vai para muito em cima.

“No encontro que fizemos com eles, lemos no rosto de cada um uma única imagem, o sofrimento. Aqueles com que falamos, nas suas palavras, são os sobreviventes. Já muitos esperaram pela indeminização, pelo pagamento dos últimos salários, e assim por diante, não conseguiram resistir até agora”, disse.

De acordo com Figueiredo Mateus, se conseguiu vivenciar, aquilo que se pode chamar por “Apartheid Angolano”; uma estrada melhor para aqueles que estão no poder; geram riquezas, tiram diamantes; e uma outra que é para o angolano que tem que passar por uma estrada muito tortuosa, com buracos, com ravinas; porque, a estrada é extremamente péssima. Esse é o termo, só para colocar o nome as coisas e chamá-las. De modo que o cenário desolador, a fotografia com que saímos daqui é que, faz sangrar o coração, e acho que tem o país que temos.

O Político acrescentou.

“Nós pertencemos a um Grupo Parlamentar que está bem representado na Assembleia Nacional. Estas tristes fotografias que trazemos daqui do modo como os angolanos são tratados nas minas, do modo como são remunerados, as privações por que passam, e assim por diante, podem eventualmente potenciar alguns ante-projectos para que possamos defender os angolanos.

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L.i.m.a - actividades
Porta-voz da LIMA faz balanço das celebrações
Manuela dos Prazeres Secretária para a Informação da LIMA, que falava recentemente aos microfones da Rádio Despertar, faz balanço positivo do 46º aniversário da organização feminina da UNITA – Liga da Mulher Angolana, que decorreu de 16 a 30 de Junho, coincidindo com a realização da 3ª reunião ordinária da organização, que contou com a intervenção do Presidente do Partido, Isaías Samakuva.

“O balanço é positivo as mulheres responderam ao chamamento nosso, porque não foi apenas realização das celebrações do 46º aniversário da fundação da Liga da Mulher Angolana, nós tivemos também a terceira reunião ordinária do Comité Nacional, isto implicou a presença de todo o país, ali no Kuando Kubango, na cidade de Menongue”, disse a porta-voz da LIMA.

Segundo Manuela dos Prazeres, “Os trabalhos decorreram de forma positiva. Também o acto central das celebrações do quadragésimo sexto aniversário da fundação da LIMA correu de forma excelente, com o líder do Partido a presidir o acto”.

Manuela dos Prazeres apresentou como desafios actuais organização feminina do Partido, mobilizar as mulheres de várias as franjas da sociedade, não só mulheres políticas, mulheres no seu todo, a participarem activamente no processo das autarquias locais, realçando que a LIMA defende que as autarquias devem ser realizadas em todo os municípios do país.

“E, a LIMA pensa que as autarquias devem ser realizadas em todos os municípios do país, e ao mesmo tempo, nada que priorizarmos um e deixarmos o outro para depois. Porquê? Porque estaremos nessa altura a incentivar as assimetrias municipais”.

A também jornalista esclarece que a constituição de Angola consagra o gradualismo funcional.
“E, não só, fazendo aqui menção a Lei, Queirós, nada impede que as autarquias sejam realizadas em todos os municípios do país. O que estamos aqui a assistir, o que estamos aqui a acompanhar naqueles que defendem, e eu digo mesmo aqui, o MAT está a dar a conhecer, está a propalar pelo país sobre o gradualismo geográfico, eu digo que isto é apenas um interesse político, porque o a constituição consagra é o gradualismo funcional”.

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Sabado, 20 de Outubro de 2018